Frente Democrática e Popular
Sete partidos reúnem-se nesta segunda, 14h, na sede do PT

Renato Dias
A Frente Democrática e Popular fará reunião nesta segunda-feira, 15 de junho, às 14h, na sede do PT em Goiás, com os presidentes e dirigentes do PT, PV, PC do B, PSOL, Rede Sustentabilidade, PSB e PDT para apresentar Luís Cesar Bueno e Freitas e recolher nomes das sete siglas à chapa majoritária de 2026.

A deputada federal Adriana Accorsi [PT], o advogado Cristiano Cunha [PV], o professor Fábio Tokarski [PC do B], o operador do Direito Kowalski Ribeiro [PDT], a socióloga Cíntia Dias [Psol] e a vereadora Aava Santiago [PSB] devem participar da mesa de diálogo. Não há horário previsto para terminar.

Após votação interna, o PT [GO] indicou Luís Cesar Bueno e Freitas, historiador, ex-deputado estadual por quatro mandatos consecutivos, ex-vereador em Goiânia com passagem de destaque no Governo Federal, terceiro mandato do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O nome agrada a base aliada.

Nas eleições de outubro de 2022, mesmo com Jair Messias Bolsonaro no cargo e Ronaldo Caiado no Governo do Estado, em Goiás, reduto com influência do agronegócio, Luis Inácio Lula da Silva obteve 39% dos votos no primeiro turno e atingiu 42% na segunda etapa do pleito. Dados do Tribunal Superior Eleitoral.

Da Federação Brasil da Esperança, núcleo duro da Frente Democrática e Popular, o PT definiu o cabeça de chapa e já está contemplado. O presidente do PV, Cristiano Cunha, apresenta o advogado Ricardo Dias ao Senado. O PC do B quer Aldo Arantes para o Senado. A Rede Sustentabilidade indicaria suplências.

Integrantes da coligação nacional, com Geraldo Alckmin na vice, Aava Santiago propõe Isaura Lemos para o Senado. Carlos Luppi, presidente nacional do PDT, tem interesse em Carlos Mundim também para o Senado. O PSOL espera indicar uma mulher, socialista, à coalizão. Cintia Dias teria o perfil de vice.

PV e PDT irão propor ainda a criação da coordenação estadual da pré-campanha em Goiás, com os seus 246 municípios, à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva. A estratégia política e eleitoral é ampliar o palanque em direção ao centro democrático. Além das sete legendas e que inclua personalidades do Estado.














