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A fuga do capitão

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Renato Dias

Professor doutor da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás [UFG], um homem nascido no Peru, com estudos no México, Brasil e Itália, Carlos Ugo Santander informa ao Portal de Notícias www.renatodias.online que Jair Messias Bolsonaro pode ser comparado a Alberto Fujimori, ex-presidente da República de seu País, que fugiu para não virar alvo de ações judiciais, processado e condenado por violações dos direitos humanos, genocídio e corrupção. A operação não impediu que o Judiciário obtivesse a sua extradição, fuzila.

_ Alberto Fujimori fugiu e acabou extraditado.

Carlos Ugo Santander

Carlos Ugo Santander
Carlos Ugo Santander

A decisão intempestiva, porém, planejada e arquitetada de embarcar, em 30 de dezembro de 2022, pela Porta dos Fundos, aos Estados Unidos das Américas [EUA], antes do término do seu mandato no Palácio do Planalto, apenas reafirma a opinião já manifestada de generais de que Jair Messias Bolsonaro possui um perfil de mau militar. Ácida, a crítica é formulada pelo professor doutor em Educação, Fernando Casadei Salles.  Docente aposentado da Universidade de Sorocaba [Uniso] e analista da História do Brasil do século 21.

_ Um mau militar.

Fernando Casadei Salles

Fernando Casadei Salles – A fuga de Jair Bolsonaro

 

Jurista, Luiz Dolci observa que o capitão reformado do Exército Brasileiro [EB] fugiu sim e com avião presidencial. Com gordos recursos do erário, explica. Da União. É o que pontua o pesquisador do cenário político nacional. Mais: sob às nossas custas, ele atira. Sem pedir licença ao Senado da República, diz. Muito menos determinar ao vice-presidente, general de quatro estrelas Hamilton Mourão Filho, a missão republicana de assumir o cargo na sua ausência e transferir a faixa ao sucessor, afirma o intelectual público.

_ Os seus adeptos ainda beijam os muros dos quartéis.

Luiz Dolci

Atos antidemocráticos – Muro de oração [UOL]
Jair Messias Bolsonaro não está em missão oficial, de chefe de Estado, fere a Lei da Moralidade, da Probidade e da Impessoalidade. É o que avalia o presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado de Goiás, Cláudio Curado. É o uso pessoal da estrutura e de recursos humanos e financeiros do Governo Federal, sublinha. O ex-inquilino do Palácio da Alvorada deve ressarcir os cofres públicos com a sua fuga, dispara. Ele se parece um ditador de uma republiqueta da América Latina, ironiza. “Uma espécie de Fulgencio Batista”, ironiza-o.

_ O presidente de Cuba que fugiu para Miami.

Cláudio Curado

Claudio Curado, presidente do SindJor

Trata-se de um abandono do cargo com a utilização de um avião da Força Aérea Brasileira [FAB]. O resumo crítico, virulento, é do professor marxista de História, Reinaldo de Assis Pantaleão. O mais alto da República, alerta. Acusado de ter cometido dezenas de crimes, ele deve ser processado, propõe. Assim como condenado, insiste. Por crimes, por exemplo, contra a humanidade, por 700 mil mortes sob a Pandemia do Coronavírus Covid 19, improbidade administrativa, além de formação de organização criminosa, diz.

_ Apesar da fuga, o fascismo está aceso no Brasil.

Reinaldo de Assis Pantaleão

Reinaldo Pantaleão
Reinaldo Pantaleão

A viagem é fuga, fere a regra constitucional de razoabilidade da conduta administrativa, com o uso do aparato, o avião, do Estado, frisa o historiador trotskista Fred Frazão. É o desfecho catastrófico de um governo protofascista que escolheu como Il Duce um indivíduo fraco, que sempre foi inexpressivo como parlamentar e eleito com base no antipetismo, observa. O que esperamos é que Jair Bolsonaro seja julgado, condenado por seus crimes e extraditado para o Brasil para cumprir uma eventual pena, registra.

_ Sem indulto nem anistia.

Fred Frazão

Fred Frazão

Ao viajar a dois dias da posse do presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva [PT], Jair Bolsonaro mostra a covardia e o desespero, crê Frederico Vitor de Oliveira. Graduado em Jornalismo pela UniAlfa e formado em História na Universidade Estadual de Goiás [UEG], o estudioso de geopolítica e questões militares revela que o “Mito” teme processos e até condenações. Ele evidencia desprezo por seus seguidores acampados nas portas dos QGs do Exército que pediam intervenção militar e até de ETs, relata.

_ Pós-guerra fria, sem os suportes do mercado, do STF, do Congresso Nacional, da sociedade civil e dos EUA.

Frederico Vitor de Oliveira

Frederico Vitor de Oliveira: Especialista em Geopolítica Mundial

Escritora, Nádia Pires invoca os conceitos elaborados pelo médico psiquiatra e fundador da Psicanálise Sigmund Freud, morto no ano de 1939, à beira da Segunda Guerra Mundial, e diagnostica em Jair Bolsonaro uma reduzida tolerância à frustração. Uma patologia não resolvida, explica. Não é vítima, ataca. Nunca foi, a artista roja vocifera ao Portal de Notícias www.renatodias.online “Mito capenga”, desabafa. Um homem que cavou a sua própria sepultura política e histórica, analisa.

_ Falta de civilidade e frustração do Mito.

Nádia Pires

Nádia Pires

O comandante que abandona o navio, o quartel, os seus comandados, é desertor, covarde, define – o Francisco Celso Calmon, jornalista e blogueiro. Ele sai como entrou, uma caricatura de homem público, conta. Mais: além de destruir o Brasil implantou o terrorismo na vida pública, confidencia. Ao deixar o território nacional em missão de fuga e custeada pelo erário, destaca. Não há legalidade na ação, vê. O poder está vago, sem comando, relata. Em sua última live confessa não ter conseguido apoio ao golpe de Estado, revela.

_ Ele se faz de vítima. O vitimismo é um sintoma de fragilidade, um estado emocional infantilizado.

Francisco Celso Calmon

Francisco Celso Calmon

Curto e grosso, sugere  Jordaci Matos. Presidente Movimento Comunitário Trabalhista do PDT Nacional, ele anuncia que Jair Bolsonaro, Michele Bolsonaro e demais  membros dos clã  teriam desviado recursos públicos, à época da Pandemia, e dilapidado a União, como apontam dados preliminares do Gabinete de Transição, o GT coordenado por Geraldo Alckmin [PSB], vice eleito com Luiz Inácio Lula da Silva, aponta. A tarefa é, de 2023 até o ano de 2027, reconstruir o Brasil e a democracia fragilizada no País, recomenda.

_ Um novo amanhã é possível.

Jordaci Matos

Jordaci Matos, do Movimento Comunitário Trabalhista Nacional,  e Carlos Lupi, presidente nacional do PDT

Carlos Ugo Santander

Frederico Vitor de Oliveira

Jordaci Matos

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