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A invenção dos direitos humanos

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Cultura da liberdade

A invenção dos direitos humanos

As vidas de Maria Cristina, Maria Clara e Bernardo Baptista em absoluto alto astral

  

Renato Dias

Advinhe quem está todo pimpão após completar quatro anos de idade? É o garoto Bernardo Batista. Filho da acadêmica de Direito Maria Cristina. Ativista nacional de Direitos Humanos. Pela elucidação dos crimes da ditadura civil e militar [1964-1985], em defesa da revisão da Lei de Anistia, sancionada em 28 de agosto de 1979, e que quer o julgamento, no Brasil, dos responsáveis por violações dos direitos humanos, como prisões ilegais, torturas, execuções extrajudiciais e desaparecimentos forçados. É o seu segundo rebento. A primeira é Maria Clara. Bela, ‘gauche’ e que distribui simpatia por atacado. Por onde anda. Louco por futebol, o menino já escolheu o time do seu coração. É o Vila Nova Futebol Clube. O Tigrão. Com 15 títulos estaduais, dois brasileiros, campeão brasileiro e sul-americano de Basquete. A agremia­ção esportiva disputa, no próximo fim de semana, dois títulos nacionais. O do Brasileirão da Série C e do Brasileiro de Aspirantes [Sub-23 + quatro atletas acima desta idade limite].

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