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Altman denuncia crimes de Israel 

Jornalista vê identidade com Apartheid 

Editor do Opera Mundi em Goiânia 

Breno Altman

Renato Dias 

A Questão Palestina é a régua moral do Tempo Presente, dispara o jornalista e editor do site Opera Mundi, Breno Altman. Ele é autor do livro Contra o Sionismo _ Retrato de uma doutrina colonial e racista, Alameda.

O pesquisador aponta, hoje, que o Sionismo teria sido fundado no século 19. Com a publicação de O Estado Judeu, de Theodor Hertzel, ele explica. Uma etnocracia, afirma. Veja: de supremacia étnica, racial, observa, crítico.

As reais razões do movimento sionista na Palestina seria a adoção de uma conexão com a religião judaica fundamentalista. O Estado Judeu terá uma doutrina oficial, o Judaísmo, informa o escritor marxista.

Discurso mítico e sedutor que anunciava a chegada de um suposto messias, na Palestina, pontua.  Fundamental para a construção do Estado Judeu, no século 20. É o que relata Breno Altman a www.renatodias.online

Karl Marx

Judeu, Karl Marx atribuía o ódio antissemita visceral à exploração do capital creditício e a única saída era a revolução socialista e a construção de uma sociedade sem classes, nem Estado, o comunismo, ele sublinha.

Um antídoto contra a influência das ideias de Karl Marx [1818-1883]. É o que prometia entregar o Sionismo, registra o periodista. O projeto político e expansionista imperialista tinha âncora no Oriente Médio, metralha.

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O Reino Unido comandava a expansão imperial, destaca. A Inglaterra queria enfraquecer o Império Turco-Otomano, frisa. O acordo que favoreceria o mundo árabe é traído, confidencia. Com os sionistas, não, atira.

O Sionismo promove o desenvolvimento da colonização da Palestina por etapas, revela. Os judeus enriquecem. Os palestinos empobrecem. Eles reagem e se revoltam. Sionistas reprimem. Com apoio britânico, reclama.

A Assembleia Geral da ONU, em 1947, com o aval da União Soviética, aprova a partilha, a divisão, da Palestina, diz. Mais: os judeus expulsam 750 mil palestinos e passam a controlar 79% da região, fuzila o repórter.

Depois da Guerra dos Seis Dias, no ano de 1967, Israel obtém 100% de hegemonia, estabelece um regime colonial e racista, como o do Apartheid que existiu na África do Sul, acusa, indignado, Breno Altman.

Os acordos de Oslo são assinados em 1993. Intifadas ocorrem. O Hamas ganha as eleições ao Parlamento. Israel, CEE e EUA não aceitam o resultado das urnas. Fatah e Hamas racham. Israel asfixia a Faixa de Gaza. Desde 2007.

O dia 7 de outubro de 2023 é, sim, uma resposta, um contra-ataque, aos crimes de lesa-humanidade e de guerra de Israel, ataca. A Faixa de Gaza, em 2024, é um gueto de Varsóvia, desabafa, emocionado.

Os palestinos e povos que lutam devem ser cultuados, não criticados, e possuem amparo do Direito Internacional, reitera. É a autodefesa dos oprimidos, insiste. Solidariedade, reage. É o lado certo da História, ele acredita.

Nunca o regime sionista esteve tão isolado, crê. O dia 7 de outubro de 2023 virou o jogo e a correlação de forças no cenário político internacional, conta. Não custa lembrar também: Breno Altman é um judeu antissionista.

A Internacional

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