Home / Política / Traldi vê crise no Governo 

Traldi vê crise no Governo 

Chico Buarque, Apesar de você

Renato Dias 

Não há, hoje, nos 245 municípios do interior do Estado de Goiás, entusiasmo com o projeto de Daniel Vilela [MDB] às eleições de outubro de 2026, diz a www.renatodias.online o ex-presidente da Associação Goiana dos Ex-prefeitos [Agexp] Hermes Traldi. Um liberal social.

O inquilino da Casa Verde, Ronaldo Caiado, ao desfiliar-se do União Brasil e ingressar no PSD, teria enfrentado uma série de reações negativas, além de emitir sinais de ausência de preocupação com as eleições em Goiás, frisa. O que inclui o próprio Daniel Vilela, frisa.

O que poderá ser observado nas cenas dos próximos capítulos, pontua. Maguito Vilela e Daniel Vilela mantiveram por décadas divergências políticas, explica o ex-prefeito de Goiatuba. Em campos antagônicos, informa o gestor público. Um rol de enfrentamentos históricos, diz.

De formação enciclopédica, cultura humanista, defensor tanto da intervenção do Estado quanto do mercado, um adepto do economista John Maynard Keynes, ele participa da comissão especial de elaboração do Plano de Governo de Marconi Perillo [PSDB].

Mais: a elaboração de programas para o presente e o futuro de Goiás, conta. Com foco, hoje, no desenvolvimento da economia, mercado de trabalho, geração de emprego, elevação da renda, ações sociais, redução dos desequilíbrios regionais e promoção do bem-estar, atira 

O ex-governador de Goiás Marconi Perillo fará comparações, mostrará o seu legado, motivos para ter vencido quatro eleições ao Palácio das Esmeraldas, crê. “Como Cartão Cidadão, Restaurante Cidadão, Bolsa Universitária, Vapt Vupt, FICA, Cheque Moradia e casas populares”.

Tucano, o símbolo do PSDB

Inscreva-se para receber o boletim informativo diário

Fique por dentro das novidades com nossa newsletter semanal. Assine agora para não perder nenhuma atualização!

[mc4wp_form id=53]

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Ícones sociais