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O que pensam aliados de Flávio em Goiás?

Sebba e Traldi projetam o futuro do Lulismo

Tucano, o símbolo do PSDB

O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás Jardel Sebba revela não ser adepto das ideias de Jair Messias Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal [STF], informa a www.renatodias.online que é seguidor do ex-governador do Estado Marconi Perillo, afirma que Luiz Inácio Lula da Silva torrou dinheiro público, promoveu o que classifica como uma gastança desenfreada, colocou o dólar em alta, levou à queda da Bolsa de Valores e teria deixado a população feliz apenas no Nordeste do País e nos presídios.

Deputado estadual por quatro mandatos consecutivos, ex-prefeito do município de Catalão, governador interino de Goiás em dois episódios políticos e institucionais, ex-secretário de Estado de Gabinete, o médico e produtor rural é taxativo: o presidente da República eleito em 25 de outubro não cumprirá as suas promessas de campanha eleitoral. Ele se autodefine como de centro-direita e anti-Lula e reclama que aliados históricos de Marconi Perillo que anunciaram apoio ao líder petista tentaram humilhá-lo. “Mais ainda”, desabafa. Não gosto do Lula, afirma.

Sem maioria no Congresso Nacional, tanto na Câmara Federal quanto no Senado da República, além ter eleito um número reduzido de governadores, dez aliados em 26 estados e no DF, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu da população uma oportunidade ímpar para encerrar a sua carreira política como um estadista. A análise é de Hermes Traldi, ex-presidente da Associação Goiana dos Ex-prefeitos [Agexp]. Se ele conseguir articular com o parlamento e com os governadores, poderá construir um momento único, observa o tucano.

Por incrível que possa parecer, eu respeito as urnas, insiste o engenheiro agrônomo, produtor rural e empresário. “Não o objeto, a vontade popular que elas revelam”, sublinha. Lula poderá exigir mais da equipe, já que está mais fiscalizado, pontua. Ele poderá se impor perante o judiciário pelas mesmas razões e desenvolver projetos em parceria com estados e municípios, vê. É torcer para dar certo, informa a www.renatodias.online A começar pela pacificação do país dividido, hoje, recomenda. Em resumo: não inventar, basta um bom arroz com feijão, propõe.

Amanhã, Guilherme Arantes

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