Home / História / Não dá para esquecer 

Não dá para esquecer 

Renato Dias 

Campeão da Taça Ivan Raposo, no Maracanãzinho, uma volta olímpica pelo título brasileiro no Ginásio da Esefego, detentor do campeonato sul-americano em 1973, vice-brasileiro em 27 de agosto de 1974, além de 3° lugar no mundial de clubes, após derrotar o Real Madrid. Histórias do Vila Nova. Elas compõem o filme documentário Chuá, A Era de Ouro do Basquete em Goiás. A estreia é, hoje, 20h, no Cine Cultura. Entrada gratuita. Mais: com 84 minutos de intensidade.

Sob direção de Danilo Camilo, produção e fotografia de Juliana Dias e Guarany Neto, pesquisa de Guilherme Gonçalves e Thiago Rabelo, recursos da Lei de Incentivo à Cultura Paulo Gustavo. A produção cinematográfica mostra a explosiva rivalidade entre  Vila Nova, Jaó e Jóquei Clube. As estrelas que brilharam César Sebba e Fausto. Nomes como Ronald e Berquó. Com os suportes de Leonino Caiado, investimentos de Emir Baiocchi e a gestão de Wilson da Silveira.

Goiânia

Goiânia, a cidade do basquete, para o mundo. Assim como do Serra Dourada, o Templo do Futebol. Inaugurado em março de 1975. Já em 2025 com 50 anos de História. Além do Autódromo Internacional. Época da contracultura. Tempos sombrios. Da ditadura civil e militar no Brasil. Imagens marcantes. A capital fundada em 1933 pelo médico Pedro Ludovico Teixeira sob inspiração na Art Déco pulsava. O que registra o cineasta e jornalista Danilo Camilo. Em uma obra que nasce um clássico.

https://www.instagram.com/reel/DLXQO2XxHOi/?igsh=ampmenUzdnhtOHl1

Inscreva-se para receber o boletim informativo diário

Fique por dentro das novidades com nossa newsletter semanal. Assine agora para não perder nenhuma atualização!

[mc4wp_form id=53]

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *