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Invisibilidade da população migrante 

Cine Gerpop 

Sob tempos sombrios de xenofobia e intolerância 

Amanhã, Guilherme Arantes

Renato Dias 

Foco na população migrante. É o tema explosivo da próxima edição do Cine Gerpop. Em tempos sombrios. De xenofobia e intolerância. A promoção é da Gerência de Atenção às Populações Específicas. O ato será realizado dia 26 de março, de 8h30 às 12h30, no Auditório do Conselho Estadual de Saúde.

Mais: a migração pode ser interna, um movimento dentro do mesmo país. Internacional, para fora do seu território de origem. Voluntária: atrás de oportunidades de mobilidade social. Forçada seria motivada por desastres naturais, ambientais e desordem climática, além de guerras e conflitos.

O número de migrantes no mundo, hoje, totalizaria 304 milhões. O que corresponde a 3,4% da população global. Um crescimento de 100% em comparação com as últimas três décadas. O Brasil possui um milhão de imigrantes. O maior percentual é oriundo da Venezuela. Atingida por grave crise.

Com participações de Augusto Mendes, presidente da Armira [Goiás], além de Nyna Koxta, coordenadora da Remigra e da Comigo. Assim como da professora doutora da UFG, coordenadora das atividades de extensão, Suzete de Almeida Bessa, e de Selma Pereira da Silva, enfermeira da APS de Goianira.

A Gerência de Atenção às Populações Específicas é uma unidade especial de formulação de políticas públicas da Superintendência de Políticas e Atenção Integral à Saúde [Spais]. A gerente é a advogada Maria Senna. A titular da Spais, enfermeira Amanda Melo. A coordenação do Cine Gerpop é de Daya Laryssa.

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